No
primeiro ano, as 58 universidades federais teriam de destinar 12,5% das
vagas a alunos de escolas públicas, de baixa renda, pretos, pardos e
indígenas. O percentual chegou a 31,5%.
“Várias delas já tinham cotas altas
antes da lei, algumas de 30% a 40%. Então, muitas delas mantiveram o que
já tinham com pequenas alterações, sem partirem da estaca zero”,
destrincha João Feres, professor de Ciência Política e integrante do
grupo da Uerj.
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