A avaliação "dos cabeças" do partido é que o salário de R$ 20 mil já criou forte resistência do Judiciário para a concessão do benefício por fugir dos padrões tradicionais de trabalho para presos em regime semiaberto.
A coisa piorou ainda quando o Jornal Nacional revelou que o presidente da empresa que administra o hotel é estrangeiro e reside em um bairro pobre da capital do Panamá. O próprio partido reconheceu ao comentarista que essa situação nebulosa impede que o Judiciário possa conceder autorização para o ex-ministro trabalhar.
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