Nesse
sentido, a tentativa de levar a candidatura de Rosalba à reeleição até
às últimas consequências, seria uma espécie de "troco", vingança de
Carlos Augusto e Rosalba contra Agripino, pela postura do presidente do
DEM em relação a quem foi fiel sempre. Nem que, para isso, custe a
Agripino a não reeleição do deputado federal Felipe Maia.
Na
última sexta-feira, houve a última tentativa de reconciliação de
projetos entre Rosalba e Agripino. Em vão. Ela não abriu mão do direito
legítimo de se candidatar à reeleição. Agripino, por sua vez, também não
se negou o direito de optar por outro projeto que seja melhor para o
partido: diante do incerto da reeleição de Rosalba, garantir, ao menos a
reeleição do deputado federal e dos três deputados estaduais, nem que
para isso sepulte a candidatura de Rosalba à reeleição e leve o DEM ao
acordão de Henrique e Wilma.
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