O cálculo foi feito pelo economista
Felipe Salto, da Consultoria Tendências, com base nos números do
ministério, que apontam um gasto mensal de 213 milhões de reais para 9
milhões de famílias (36 milhões de brasileiros). Com o reajuste, o
benefício médio sobe de 213 para 234,30 reais.
O reajuste, no entanto, não cobre as
perdas com a inflação desde o último aumento no programa, em 2011. Desde
então a inflação acumulada foi de 19,6%, segundo o INPC (Índice
Nacional de Preços ao Consumidor, do IBGE), que mede o impacto do
aumento de preços na faixa de até cinco salário mínimos.
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