Responsável pelas investigações, o delegado Érito Cunha disse que o pai
conseguiu equilibrar o outro monomotor e estacioná-lo no Aeródromo
Botelho. Ele foi localizado pela polícia e periciado. Em depoimento, o
pai contou que o filho tentou fazer uma manobra passando por baixo do
ultraleve que ele conduzia, quando ocorreu a batida.
Por volta das 16h, o corpo do piloto continuava no local, à espera da perícia. O G1
procurou o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos
(Cenipa) para comentar o assunto, mas não recebeu resposta até a
publicação desta reportagem.
De acordo com a Anac, o veículo pilotado pela vítima constava como de
“caráter experimental”, por isso não possuía certificado, mas apenas
registro. A agência informou que a aeronave estava em situação regular,
de acordo com o “Registro Aeronáutico Brasileiro” (RAB).
Aviões em caráter experimental operam com restrições. Os veículos são
impedidos, entre outras coisas, de sobrevoar áreas povoadas, diz a Anac.
Os pilotos de aeronaves nessas condições assumem a responsabilidades
por possíveis danos, segundo a agência.
G1
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