Essa marca é obviamente festejada pelos pacientes que estavam em uma
fila de espera e por seus familiares. Mas quem trabalha com doações
também comemora, como a coordenadora da Central de Transplantes do Rio
Grande do Norte, Artenise Revoredo. Isso porque as dificuldades para se
conscientizar a população e até mesmo as equipes de saúde ainda são
grandes.
“Dentro dos hospitais, as pessoas precisam entender que a notificação
por parada respiratória e morte encefálica deve ser feita o quanto
antes”, disse a coordenadora. Segundo ela, as escolas dos profissionais
de saúde ainda não tratam adequadamente a questão da doação de órgãos
nas suas grades curriculares. “Praticamente não é abordada. Quando
alguém fala é uma pincelada”, criticou.
A coordenadora da Central de Transplantes no Estado ressalta que essa
questão deve ser difundida para todos que trabalham dentro da unidade
hospitalar com o objetivo de se criar uma cultura em favor da doação.
“Fizemos esse trabalho no Hospital Walfredo Gurgel desde o maqueiro até o
médico e enfermeiro mais graduado”, disse.
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