O
consórcio PCJ, que abrange rios das bacias dos rios Piracicaba,
Capivari e Jundiaí, dá o dia 7 de julho como prazo máximo para que acabe
a água do volume útil do Sistema Cantareira, principal abastecedor da
Grande São Paulo e da região de Campinas. A partir dessa data, o sistema
funcionará apenas com a reserva do volume morto.
O Sistema Cantareira, que fornece água para cerca de 9 milhões de
pessoas na Grande São Paulo e para outros 5 milhões em Campinas, tem seu
nível próximo a 21% da capacidade, contando o volume morto. Se ele for
excluído, o nível se aproxima de 3%.
De acordo com o engenheiro e pesquisador da Unicamp (Universidade
Estadual de Campinas) Antônio Carlos Zuffo, também consultor do
consórcio e responsável pelo estudo, isso significa que, a partir desta
data, todo o sistema estará operando exclusivamente com o chamado volume
morto, que não deve durar mais que cem dias. “Em se mantendo as atuais
condições de chuvas, a água do Cantareira, sem contar o volume morto, só
dura até 7 de julho”, disse.
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