“Sou a favor de transferir para a
iniciativa privada tudo o que for possível transferir”, afirmou na
entrevista. “O governo federal tem 200 estatais e é sócio, através do
BNDES de 600 empresas”, justificou.
Defensor de uma revisão da
política nacional de segurança pública, Everaldo é a favor, por exemplo,
da privatização dos presídios brasileiros, nos moldes de como é feito
nos Estados Unidos.
“Tem experiência positiva em
vários estados do País”, diz. E lista Paraná, Santa Catarina, Bahia e
Sergipe. De acordo com o pastor, manter um preso no Brasil custa
aproximadamente R$ 4 mil por mês.
A questão da segurança pública é
uma prioridade para o presidenciável, que teve um irmão assassinado por
uma bala perdida há pouco mais de um ano. Uma das propostas é
nacionalizar o modelo carioca de Unidade de Polícia Pacificadora (UPP)
existe no Rio de Janeiro.
O pastor da Assembleia de Deus,
porém, não foge de nenhum tema polêmico. Durante a entrevista, afirmou
ser contra o aborto, defendeu que o casamento seja uma instituição entre
homens e mulheres e se disse 100% favorável à redução da maioridade
penal.
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