A
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou por meio da
assessoria de imprensa não ter sido notificada sobre a decisão da
Justiça de Minas que determinava a liberação de medicamento que leva em
sua fórmula o principal componente da maconha, o Tetraidrocanabinol
(THC).
A agencia afirma que quando for oficialmente comunicada
encaminhará uma notificação para a liberação do produto importado pela
paciente.
Esta é a primeira vez que a Justiça determina que a Anvisa libere um
remédio a base de THC, uma substância proibida no Brasil. Este ano,
decisões semelhantes foram proferidas pela Justiça para permitir a
liberação do canabidiol, outra substância derivada da maconha, que
igualmente figura na lista de proscritos, mas sem efeito psicoativo.
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