A
falta de uma comprovação física do voto e a possibilidade de falhas nas
urnas eletrônicas, além de fraudes, foram problemas apontados por
especialistas em segurança digital ouvidos em audiência pública
promovida em 2013 pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação,
Comunicação e Informática (CCT) do Senado.
O Brasil ainda utiliza
equipamento de primeira geração, enquanto já existe a terceira, que
permite a impressão e a auditoria de todos os votos contabilizados.
O voto impresso foi aprovado pelo Congresso Nacional em setembro de
2009, na chamada minirreforma eleitoral. De acordo com o texto da Lei
12.034, a partir das eleições de 2014, a urna eletrônica deveria exibir
as telas referentes aos votos digitados e, após a confirmação do
eleitor, a máquina imprimiria um número único de identificação do voto
associado à sua própria assinatura digital.
Nenhum comentário:
Postar um comentário