“Há uma tendência na vida das pessoas, que se radicaliza nesse
momento de datas festivas, de haver falta dessa substância no cérebro.
Aí, a pessoa toma alguma substância, como o álcool, que é um estimulante
em pequenas doses, mas que, se tomado em excesso, acaba produzindo o
efeito inverso. Em vez de um estímulo ao sistema nervoso central, ela
passa a ter uma inibição desse sistema, fazendo com que aumente ainda
mais a depressão, decorrente muitas vezes da lembrança de pessoas
queridas que não estão mais presentes”, disse o psiquiatra.
Segundo Jaber, há uma inversão de valores nas festas de fim de ano,
com crescimento do aspecto mais materialista da data, e não dos valores
espirituais. “Assim, as pessoas acabam abusando dessas substâncias, que
adicionam no organismo, como adicionam comidas”. Ele explicou que, a
partir daí, há um abuso que pode ser o fator determinante de doenças
como alcoolismo e dependência química.
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