Agora que o funcionamento do canal já está mais claro, os pesquisadores
acham que é possível propor novos tratamentos para pessoas que precisem
que o coração acelere mais rápido.
“Embora os pesquisadores já suspeitassem que algo na mitocôndria das
células fosse responsável pela frequência cardíaca, não havia nenhuma
prova. Nosso estudo é a prova mais direta produzida até agora” explicou
Yuejin Wu, uma das pesquisadoras.
Para chegar a esses resultados, a equipe decidiu encontrar formas de bloquear essa função na célula em roedores, de maneira que os mantivessem vivos para estudar as suas reações. Com o canal bloqueado, os pesquisadores injetaram isoproterenol, uma substância química que serve para estimular as células a aumentar a frequência cardíaca.
Os pesquisadores chegaram à conclusão de que controlar o canal pode
levar a uma melhoria dos problemas cardíacos, já que será possível
evitar que o coração dispare de uma forma prejudicial.
As informações são do jornal O Globo.
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