“Se a
gente tiver, para cada uma das áreas, cerca de 8 mil perguntas, se eu
tiver esse banco de dados, ele pode ficar aberto ao público, é uma
grande fonte de estudo”, afirmou, durante visita ao Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ). “Se a pessoa
aprender, com base nesse banco de dados, de 8 mil questões, ótimo. Se
ela for capaz de decorar [as respostas], sem entender 8 mil quesitos é
um gênio e merece uma vaga nas melhores instituições de ensino”,
argumenta Gomes.
O ministro ainda defendeu que as questões sorteadas
inibem a ocorrência de vazamentos, como ocorrido na última edição, no
Piauí. Segundo o titular da pasta, a Polícia Federal descobriu que o
tema da redação foi antecipado por smartphones para cerca de 30 pessoas
de um grupo montado em uma rede social privada, minutos antes da prova.
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