- O Brasil é o país que mais mata travestis no mundo. Mata quatro
vezes mais do que o México, o segundo mais violento. Essas pessoas nunca
foram tratadas como cidadãs, sempre foram empurradas para as ruas pelas
famílias, pela escola e pela sociedade. Queremos tratá-las como gente,
com a opção de se prostituir ou não - afirma Rogério Sottili, secretário
de Direitos Humanos do município, responsável pela coordenação do
programa.
A ideia é prioritária para o prefeito Fernando Haddad, que
pessoalmente pediu a elaboração do programa. A mãe de Haddad vive em uma
zona de prostituição de travestis. O confronto cotidiano com a
realidade teria gerado a urgência no prefeito.
O Globo
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