Foram constatados
avanços com taxas superiores aos da última apuração nos seguintes
grupos: alimentação (de 1,06% para 1,41%), sob o impacto das hortaliças e
legumes (de 4,46% para 7,91%); transportes (de 0,66% para 0,8%),
influenciado pela tarifa de ônibus urbano (de 0,43% para 1,71%), e
despesas diversas (de 0,2% para 0,51%), que reflete o aumento de preços
dos cigarros (de -0,07% para 0,54%).
Os itens que mais pressionaram a
inflação no período foram batata-inglesa (30,5%), tarifa de ônibus
urbano (1,71%), condomínio residencial (1,63%) e aluguel residencial
(0,87%). Outros apresentaram queda nos preços como o leite tipo longa
vida (-3,49%), tomate (-7,02%), a gasolina (-0,45%), banana-nanica
(-6,99%) e geladeira e freezer (-1,29%).
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