A rejeição à representação política já tinha dado um salto em junho
de 2013 – época dos protestos que pararam o país, quando passou de 55%
para 64%. Desde então, oscilou próxima a esse patamar, mesmo durante a
eleição presidencial de 2014.
O aumento registrado agora foi silencioso, sem novas manifestações
abrangentes de rua, mas confirma o desalento da população brasileira,
que se refletiu nas respostas a outras perguntas feitas pelo Datafolha,
como expectativa em relação ao futuro da economia e da própria situação
financeira de cada um.
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