A ação civil pública contra Fidelix foi ingressada
pela Defensoria Pública de São Paulo em outubro de 2014, após ele ter
afirmado que "dois iguais não fazem filho" e que "aparelho excretor não
reproduz”, quando questionado num debate de TV sobre casamento
igualitário. Na sentença, a juíza Flavia Poayres Miranda, responsável
pelo caso, alegou que "o candidato ultrapassou os limites da liberdade
de expressão, incidindo, sim, em discurso de ódio e pregando a
segregação do grupo LGBT".
quinta-feira, 19 de março de 2015
Condenado por declarações homofóbicas, Fidelix diz que expressou 'pensamento do povo'
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