Desde o ano passado, diante do cenário de restrição fiscal e com
folga para bater a meta da segunda etapa, o governo colocou o pé no
freio nas contratações do “Minha Casa, Minha Vida”. Em 2014, o total de
contratações nas três faixas ficou em cerca de 500 mil unidades
habitacionais, praticamente a metade do que foi contratado em 2013 (930
mil).
“Estamos equacionando os fluxos financeiros para dar prosseguimento à
transição do programa e fazermos lançamento da terceira fase. Por isso
ainda não iniciamos as contratações dessa fase”, afirmou a secretária
nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães.
Questionada sobre o impacto do ajuste fiscal do governo Dilma, a
secretária respondeu que, embora “até os pires” do Palácio do Planalto
saibam da necessidade de enxugamento dos gastos públicos, a austeridade
fiscal não impactará o prosseguimento do programa. A presidente disse na
semana passada que a terceira fase do programa sai em março.
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