A organização atuava no órgão patrocinando
interesses privados, buscando influenciar e corromper conselheiros com o
objetivo de conseguir a anulação ou diminuir os valores dos autos de
infração e da Receita, o que resultaria em milhões de reais economizados
pelas empresas autuadas em detrimento do erário da União.
Servidores
repassavam informações privilegiadas para escritórios de assessoria,
consultoria ou advocacia em Brasília, São Paulo e em outras localidades
para que realizassem captação de clientes e oferecessem facilidades no
Carf. Ao todo, 180 policiais federais e 35 fiscais da Receita federal
cumprem 41 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, do
Ceará e no Distrito Federal.
Estadão Conteúdo
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