O
executivo não garante, porém, que será possível capacitar os novos
parceiros a tempo de não prejudicar o andamento dos negócios da
petrolífera. “Aí nós teríamos atraso. Se esse processo de conclusão [da
operação Lava Jato) for muito demorado, quanto mais atrasar, mais vai
comprometer a execução do nosso plano de investimento”, apontou.
De
acordo com Bendine, o pré-sal não deve ter impacto elevado. “O que vai
ter impacto mais elevado são os investimentos físicos, obras, como
plataformas. No pré-sal, do ponto de vista do fornecimento, a maior
parte das empresas não faz parte desse processo em curso. Talvez você
pegue uma SBM, que é uma importante fornecedora, mas que a gente vê
caminhando para uma solução”, explicou.
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