De acordo com a matéria, Cunha “não apenas balançou o governo de
alianças da Presidente Dilma Rousseff, no qual seu partido é
supostamente o aliado mais importante. Suas ações ameaçaram inviabilizar
a coligação meses após o começo do segundo mandato da presidente,
levando a uma série de revoltas que abriram feridas nas frágeis
alianças”.
O jornal americano citou as votações dessa semana para mostrar como
Cunha trabalha: “Uma comissão do congresso trabalhou por mais de três
meses nas propostas que foram jogadas fora depois que o deputado
convidou alguns líderes de partidos para almoçar em sua casa e foi
decidido que as medidas seriam votadas diretamente no plenário cheio”.
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