Mas insistiu
que estava colaborando e que o caso havia começado justamente depois de
uma denúncia feita pela própria entidade em novembro de 2014. Mas esse
não seria o único caso liderado pela Justiça. De forma paralela, um
segundo processo secreto foi estabelecido relacionado à eleição das
sedes de 2018 e de 2022, que ficara para o Catar e Rússia. A votação
ocorreu em 2010. O processo começou no início do ano e foca em "lavagem
de dinheiro" e "gestão fraudulenta".
Segundo o MP, Blatter será um dos
dez dirigentes que, nos próximos meses, serão interrogados. Alguns deles
já teriam colhido depoimentos nesta semana mesmo. Uma eventual
condenação significaria 7 anos de prisão. A investigação ganhou o nome
de "Operação Darwin", numa referência às origens. Contas já foram
bloqueadas e o próximo passo é a coleta dos depoimentos. Além de
Blatter, podem ser ouvidos ainda Michel Platini, presidente da Uefa, e
Vitaly Mutko, ministro de Esporte da Rússia e membro da cúpula da Fifa.
Estadão Conteúdo
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