De
acordo com a ação conjunta, é frequente o recebimento de denúncias,
tanto pela Procuradoria da República no Município, quanto na Promotoria
de Justiça, relatando problemas. Os depoimentos colhidos pelo Ministério
Público revelam ausência de avaliação médica quando da chegada das
gestantes à urgência do hospital, sendo recebidas por enfermeiras ou
parteiras; negativa de atendimento médico por encontrar-se dormindo o
médico plantonista; falta de assistência nos leitos de urgência,
chegando uma paciente, com hemorragia, a ter seu bebê dentro do
banheiro, sem nenhum profissional para dar suporte. Isso, somado às
deficiências estruturais e de equipamentos, bem como à insuficiência de
profissionais indispensáveis ao atendimento obstétrico.
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Ministério Público quer intervenção judicial no Hospital do Seridó
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