Os procuradores do Ministério Público Federal (MPF)
denunciaram ao juiz Moro, neste caso, apenas os desvios cometidos nas
refinarias Abreu e Lima, em Pernambuco, e Getúlio Vargas, no Paraná. Em
seu despacho, Moro diz que "os dirigentes da OAS teriam destinado pelo
menos 1% do valor dos contratos e dos aditivos à Diretoria de
Abastecimento da Petrobras, de Paulo Roberto Costa".
Na denúncia aceita
por Moro, João Alberto Lazzari e Fernando Augusto Stremel Andrade seriam
responsáveis pela assinatura dos contratos e outros documentos falsos
com as empresas MO Consultoria, Empreiteira Rigidez e RCI Software,
empresas fantasmas de Alberto Youssef.
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