O executivo Raymond Whelan, diretor da Match Services – que
tinha direitos exclusivos para a venda de pacotes de hospitalidade para a
Copa (que incluíam ingressos e serviços VIP) e era ligada a Federação
Internacional de Futebol (Fifa) – também foi acusado pelo MPRJ, mas as
denúncias ainda estão sob análise na 6º Câmara Criminal e ele não irá a
julgamento desta vez.
Segundo o Ministério Público, a organização
criminosa vendia os ingressos destinados pela Fifa a patrocinados,
jogadores e seleções que participavam da competição. Em 2014, os 12
suspeitos foram presos na Operação Jules Rimet, que acabou fechando três
empresas de turismo. À época, a Match informou que a venda de ingressos
era feita para empresas e pessoas físicas, que não fazia revenda por
preço acima do permitido e nem autoriza seus clientes a fazê-lo.
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