O secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sérgio Fontes, disse nesta segunda-feira (2) que uma entrada da PM Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), em Manaus, durante a rebelião que terminou com a morte de 56 pessoas, no último final de semana, poderia ter causado um "Carandiru 2". "Não entramos no presídio para evitar um Carandiru 2", disse Sérgio Fontes.
Segundo Fontes, o massacre (o maior em um presídio brasileiro desde o ocorrido no Carandiru) foi organizado por integrantes da facção FDN (Família do Norte), ligada ao CV (Comando Vermelho). Os alvos seriam presos pertencentes a uma outra facção, o PCC (Primeiro Comando da Capital), rival do CV.
Fontes, que é policial federal de carreira e há dois anos comanda a SSP (Secretaria de Segurança Pública do Amazonas), diz que apesar da morte de 56 presos e da fuga de outros 87 nos últimos dois dias, a situação está "sob controle", mas afirmou temer a reação do PCC. "As retaliações vão vir. Elas vão vir", disse Fontes.
Segundo Fontes, o massacre (o maior em um presídio brasileiro desde o ocorrido no Carandiru) foi organizado por integrantes da facção FDN (Família do Norte), ligada ao CV (Comando Vermelho). Os alvos seriam presos pertencentes a uma outra facção, o PCC (Primeiro Comando da Capital), rival do CV.
Fontes, que é policial federal de carreira e há dois anos comanda a SSP (Secretaria de Segurança Pública do Amazonas), diz que apesar da morte de 56 presos e da fuga de outros 87 nos últimos dois dias, a situação está "sob controle", mas afirmou temer a reação do PCC. "As retaliações vão vir. Elas vão vir", disse Fontes.
UOL

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