Nesta quarta-feira (01), o ex-presidente e herdeiro do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, depôs em Curitiba, como testemunha no processo do TSE que pretende cassar a chapa Dilma-Temer de 2014. Seu depoimento está mantido sob sigilo, a pedido da PRG (Procuradoria-Geral da República). O depoimento foi agendado pelo ministro Herman Benjamin, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), relator do processo movido pelo PSDB.
A expectativa é de que o empresário tenha falado sobre os esquemas de caixa dois na arrecadação da campanha presidencial de 2014. A suspeita é de que membros do PMDB tenham recebido mais de R$ 10 milhões em propinas da empreiteira.
O dinheiro de origem ilícita seria entregue por representantes da Odebrecht no escritório de advocacia de José Yunes, amigo de Temer e assessor especial da presidência, servindo para duas finalidades: financiar a campanha eleitoral do PMDB e do PT em 2014, e comprar apoio de parlamentares para a eleição de Eduardo Cunha como presidente da câmara dos deputados.
A expectativa é de que o empresário tenha falado sobre os esquemas de caixa dois na arrecadação da campanha presidencial de 2014. A suspeita é de que membros do PMDB tenham recebido mais de R$ 10 milhões em propinas da empreiteira.
O dinheiro de origem ilícita seria entregue por representantes da Odebrecht no escritório de advocacia de José Yunes, amigo de Temer e assessor especial da presidência, servindo para duas finalidades: financiar a campanha eleitoral do PMDB e do PT em 2014, e comprar apoio de parlamentares para a eleição de Eduardo Cunha como presidente da câmara dos deputados.

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