A campanha é compulsória e será financiada com recursos das próprias
distribuidoras, que são obrigadas a recolher 0,5% de sua receita
operacional líquida para um fundo e aplicar os recursos em projetos de
eficiência energética. Cinco agências vão concorrer e apresentar seus
projetos no início da próxima semana.
Embora a Aneel não tenha definido uma meta de economia de energia,
fontes do governo afirmam que o país precisa obter redução de 5% no
consumo para evitar um racionamento. O problema é que os consumidores
residenciais, principais alvos da campanha, usam apenas 40% de toda a
energia do País. Se todas as residências poupassem 10%, a economia
global seria de 4% da carga total, atualmente de 70 mil MW médios.
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