Vanessa, que durante a discussão da proposta no Senado defendeu
jornada de até 11 horas, lamentou a forma como o projeto foi aprovado na
Câmara. Ela disse esperar que a sociedade não tenha de conviver com
acidentes envolvendo caminhoneiros cansados. O texto que aguarda sanção
também eleva o tempo de direção contínua — sem intervalo para descanso —
das atuais 4 horas para 5,5 horas.
Segundo a senadora, a profissão de motorista já é “naturalmente
estressante” e uma jornada muito extensa pode piorar a situação. Ela
lembrou que, durante a discussão da matéria no Senado, foram
apresentados dados sobre doenças e acidentes que mostrariam a
importância de uma jornada menor para os motoristas profissionais. Para
Vanessa, a jornada de 12 horas não atende o interesse da população, mas
de grupos econômicos que visam aumentar os lucros.
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