Durante as investigações, os técnicos da Vigilância Sanitária
compraram uma caixa do medicamento, que foi entregue por meio dos
Correios. O envelope continha uma cartela com 20 comprimidos, fabricados
em Assunção, no Paraguai, sem qualquer lacre ou selo da Anvisa.
O Ministério Público Federal em Minas Gerais (MPF/MG) pediu a
condenação. Segundo a sentença, o acusado, identificado como Ronaldo
Soares, adquiriu o medicamento entre 2006 e 2007, no Paraguai. Os
remédios foram comercializados pela internet, sem habilitação e
autorização do Ministério da Saúde.
O comparsa Weslei Pimenta criou o site em que era anunciado o “Viagra
paraguaio”, além de emprestar seu nome e conta bancária para
recebimento dos pagamentos, em troca de uma quantia semanal. O terceiro
envolvido, Eli Francisco, era responsável por estocar os produtos,
segundo as investigações.
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